
No Palco Futuro do Movemente 2026, diante de uma expectativa de público de 7 mil pessoas, Tio Flavio conduziu uma reflexão potente sobre identidade coletiva e responsabilidade compartilhada. O tema da palestra “O nós que nós somos” convidou educadores, gestores, entusiastas da educação e profissionais da área a repensarem o papel do coletivo na construção de uma educação mais humana e colaborativa.

O Movemente, realizado no Expominas em Belo Horizonte, consolidou-se mais uma vez como um dos maiores eventos de educação do país, reunindo uma comunidade diversa de profissionais e trazendo ao mesmo palco palestrantes de destaque nacional na área educacional e de desenvolvimento humano. Ao lado de nomes como Leandro Karnal, referência em pensamento crítico e reflexão social; Ana Beatriz Barbosa, médica psiquiatra e referência em comportamento humano; Leo Fraiman, com sua abordagem sobre relações humanas; Fabrício Carpinejar, com reflexões sobre afeto e expressão, e Tony Ventura, trazendo perspectivas sobre educação do futuro, Tio Flávio participou desse diálogo amplo e profundo sobre os desafios contemporâneos da educação e da convivência.
Além de Leo Chaves, Elimar Melo e Teo Laborne, e muitos outros profissionais, ampliando o diálogo entre educação, cultura, arte e propósito. A pluralidade de vozes reforçou a compreensão de que formar pessoas exige múltiplas perspectivas e escutas qualificadas.
Ao tratar do “nós” como elemento central da jornada educacional, sua fala ressaltou que nenhuma transformação significativa acontece de forma isolada. O evento reforçou o papel das práticas colaborativas, da escuta ativa e da construção coletiva de sentido como pilares para a promoção de experiências educativas mais integradas e significativas.

Em um contexto em que as escolas enfrentam desafios complexos – desde a comunicação com famílias até o fortalecimento das relações no ambiente escolar – a abordagem do “nós” torna-se uma estratégia fundamental para fortalecer a aprendizagem, a cultura institucional e o desenvolvimento humano.
No Movemente, então, o conceito ultrapassou o plano da inspiração e se demonstrou uma ferramenta concreta para pensar a educação de hoje e do amanhã através da responsabilidade compartilhada, reafirmando que educação, em sua essência mais profunda, é uma construção coletiva.